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Medicina 4.0, avan?os na imunologia, infectologia e algumas descobertas da pandemia

Cenário pós-Covid-19 requer novas habilidades de profissionais de saúde, exploradas em novos cursos de especializa??o
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A tecnologia é uma aliada no ensino da medicina pós Covid-19: alunos da Pós-gradua??o Estácio aprendem de forma interativa na mesa digital de disseca??o e casos clínicos.
*Imagem ilustrativa do projeto. Foto: Divulga??o – Estácio
A tecnologia é uma aliada no ensino da medicina pós Covid-19: alunos da Pós-gradua??o Estácio aprendem de forma interativa na mesa digital de disseca??o e casos clínicos. *Imagem ilustrativa do projeto. Foto: Divulga??o – Estácio

Nos últimos meses muitas transforma??es que já vinham acontecendo em todos os campos do conhecimento se aceleraram em decorrência da pandemia da Covid-19. Especialmente na área da saúde, centenas de artigos foram publicados, grandes investimentos foram feitos e novos protocolos tiveram que ser implantados. Segundo Silvio Pessanha Neto, neurologista e diretor de Medicina da Estácio, neste contexto dinamico e transformacional para a sociedade, o médico precisa se manter continuamente atualizado e conectado aos avan?os tecnológicos e fontes seguras de informa??o.

— Para oportunizar a estes profissionais uma qualifica??o de excelência se faz necessário investir em robustos programas de Pós-gradua??o e Especializa??o na área médica, em parceira com hospitais e centros especializados de grande reputa??o em nosso meio —, destaca Silvio.

Tecnologia a servi?o da Saúde

Com o isolamento social como principal medida tomada para controlar a pandemia, aumenta a demanda pela telemedicina, que permite que médicos atuem remotamente em diferentes especialidades da saúde. Neste cenário, a Medicina 4.0, que vem sendo apontada como a quarta revolu??o industrial, está focada no uso de ferramentas disruptivas no novo ecossistema digital de saúde.

— Há um ano, ninguém pensava em trabalhar com atendimento remoto em diversas atividades e profiss?es. A pandemia trouxe uma autocrítica sobre avan?os tecnológicos que n?o foram feitos em fun??o de uma situa??o até ent?o confortável. Nesse mundo avan?ado está a telemedicina, que envolve conceitos como Inteligência Artificial e a Internet das Coisas (IoT) — explica Erito Marques de Souza Filho, coordenador da pós-gradua??o em Medicina 4.0 da Estácio.

Segundo o coordenador, o curso apresenta novos desafios à medicina, como o direito de privacidade no ambiente digital e os limites do atendimento remoto, mas também é enriquecido pela quantidade de profissionais de diferentes áreas que poder?o atuar na especialidade.

— Nossa busca é por melhorar o cuidado com o paciente, sem perder de vista que a medicina deve sempre caminhar por trilhos éticos. Outro ponto a se ressaltar é a quest?o do conhecimento multidisciplinar. O curso n?o é só para médicos, mas para enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, administradores, economistas e para os que querem empreender na área de saúde —, explica Erito.

Fabrício Braga, coordenador da pós-gradua??o em Medicina do Exercício e do Esporte da Estácio, diretor médico do Laboratório de Perfomance Humana da Casa de Saúde S?o José, coordenador da Cardiologia deste hospital e chefe médico da Confedera??o Brasileira de Triathlon, reitera desafios, em sua área, nesse cenário pós pandemia para a sociedade e, também para atletas.

— A pandemia colocou quase todo mundo dentro de casa. S?o pessoas comuns que n?o faziam exercícios sem orienta??o e est?o em casa. Há ainda atletas de alta performance que contraíram o novo coronavírus e precisaram de ventila??o mecanica, além de pacientes com doen?as respiratórias da Covid-19. Um dos objetivos da especializa??o em Medicina do Exercício e do Esporte é habilitar médicos para atuarem à distancia na prescri??o de exercícios e acompanhamento tanto de atletas quanto de pacientes em reabilita??o cardíaca e pulmonar, além de portadores de doen?as cr?nicas e cancer, por exemplo. O médico precisa aprender a lidar com tudo isso, o que leva a Medicina do Esporte a outro patamar — afirma o cardiologista.

Covid-19 e a “síndrome do cora??o partido”

Entre as diversas manifesta??es da Covid-19 está a popularmente conhecida “síndrome do cora??o partido”, que ganhou esse nome por ter como uma das causas os fortes abalos emocionais que promovem uma descarga de adrenalina que enfraquece o órg?o, explica o coordenador da Unidade Coronariana da Casa de Saúde S?o José e coordenador da pós-gradua??o em Cardiologia da Estácio, Gustavo Gouvêa.

— Já conhecíamos a doen?a, cientificamente chamado de “Takotsubo”, nome japonês para vasos usados para pegar peixe. Isto porque o “cora??o partido” fica com aspecto bojudo, semelhante a esses vasos. Estamos vendo agora que a Covid-19 também gera essa síndrome, ent?o o conhecimento sobre o impacto do vírus no sistema cardiovascular é de extrema necessidade.

O curso de Cardiologia também é oferecido no Modelo Residência Médica e possui parceria com a Casa de Saúde S?o José. Segundo Gouvêa, a modalidade representa um grande avan?o na alian?a entre teoria e prática no nível de pós-gradua??o.

— Antigamente, a pós-gradua??o era fundamentalmente teórica e a residência médica era muito mais focada na parte prática. Hoje em dia, porém, n?o é mais assim. E a nossa Pós-Gradua??o vai dar esta vivência. Tivemos 350 pacientes internados com Covid-19 na S?o José, isso gerou um importante banco de dados para avan?armos nas pesquisas e estas informa??es estar?o disponíveis para os alunos.

Para Lilian Soares da Costa, coordenadora da pós-gradua??o em Cardiologia da Estácio, um dos maiores aprendizados no início da pandemia do SARS-CoV-2 foi atua??o do vírus por sua liga??o ao receptor de uma enzima, a enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2), que é expressa em tecidos pulmonares e cardíacos. E uma das responsáveis por mecanismos de doen?as altamente prevalentes, como a hipertens?o arterial, presente em 36 milh?es de brasileiros, a insuficiência cardíaca congestiva e a aterosclerose. No tratamento dessas doen?as s?o utilizados fármacos que bloqueiam essas enzimas, que s?o os inibidores da ECA e os bloqueadores dos receptores da angiotensina.

Inicialmente acreditou-se que seria necessário que a popula??o de hipertensos suspendesse a utiliza??o desses fármacos, gerando grande ansiedade no meio médico. Devido à falta de evidências sobre os efeitos negativos e até dados conflitantes demonstrando um efeito protetor, n?o há recomenda??es sobre a continua??o ou descontinua??o desses.

O que se sabe é que a associa??o dessas duas doen?as veio nos demonstrar a interliga??o de fen?menos fisiopatológicos muito estreitos entre a SARS-CoV-2  e doen?as como a hipertens?o arterial, o que torna de extrema relevancia esta abordagem em um curso de pós-gradua??o médica, aonde formaremos especialistas para tratamento diferenciado de doen?as altamente prevalentes que ser?o vistas da aten??o primária, em Unidade de Saúde da Família, à terciária, em institutos de cardiologia.

— A demonstra??o desta associa??o com o sistema cardiovascular foi demonstrada logo no início da pandemia, pela atua??o do vírus por uma enzima expressa em tecidos pulmonares e cardíacos, enzima que é bloqueada no tratamento de doen?as altamente prevalentes como a hipertens?o arterial, presente em 36 milh?es de brasileiros, através de alguns fármacos de uso rotineiro por esta popula??o. Esses fatores s?o de extrema relevancia em um curso de pós-gradua??o médica, aonde formaremos especialistas para tratamento diferenciado de doen?as altamente prevalentes que ser?o vistas da aten??o primária, em Unidade de Saúde da Família, à terciária, em institutos de Cardiologia– ressalta Lilian.

A Pós-Gradua??o no Modelo Residência Médica une conhecimento teórico com aulas práticas,comi carga horáriaque atende às exigências das sociedades de especialidades/AMB. Foto: (Divulga??o/Estácio)
A Pós-Gradua??o no Modelo Residência Médica une conhecimento teórico com aulas práticas,comi carga horáriaque atende às exigências das sociedades de especialidades/AMB. Foto: (Divulga??o/Estácio)

Imunologia e Infectologia na linha de frente

Coordenador do curso de Imunologia e Alergologia, Luiz Werber-Bandeira afirma que em qualquer avan?o científico a prática caminha ao lado da pesquisa, mas que a necessidade de descobertas relacionadas à Covid-19 tornou a quest?o ainda mais urgente.

— Os médicos imunologistas clínicos precisar?o de conhecimento mais profundo sobre imunologia básica, mecanismos imunológicos e genética para que possam entender n?o só as doen?as, mas também as terapias. Como avaliar os resultados, como explicar as possibilidades do falso positivo nos exames da Covid-19 e como entender a evolu??o dos anticorpos, anticoronavírus e outros micro-organismos agressores? — questiona.

Com mais de 30 anos de experiência com doen?as infecciosas no Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio, institui??o que também firmou parceria com a Estácio para a pós Modelo Residência Médica em Infectologia, o coordenador do curso, professor Esaú Custódio, defende que o conhecimento clínico e científico é importante inclusive no combate às fake news.

— S?o muitos os desafios. Temos, por exemplo, pessoas infectadas com o vírus da Covid-19, mas que ainda n?o apresentam sintomas. No entanto, essas pessoas podem ser, potenciais transmissoras. Outro fato é que muitos testes ainda n?o possuem uma boa acurácia para definir o status sorológico. Todo esse terreno de dúvidas para as quais a ciência vem buscando respostas também é alvo das fake news. Daí a importancia de se familiarizar também com os conceitos básicos da pesquisa clínica na área.

Professora do curso, Maria Isabel Gouvêa destaca a relevancia de levar os alunos da Infectologia a atuarem de forma interdisciplinar, em diálogo com os diversos saberes produzidos entre os demais cursos oferecidos pela pós-gradua??o da área médica da Estácio.

— A Covid-19 é uma doen?a infecciosa que pode comprometer diversos órg?os, tendo portanto diversas manifesta??es clínicas.  A medida que a epidemia avan?ou novas manifesta??es clínicas cardiológicas, neurológicas, cutaneas e hematológicas, entre outras, vem sendo descritas, refor?ando a importancia da  interlocu??o com colegas de outras especialidades. Este novo desafio enfatizou a necessidade de uma abordagem multidisciplinar e também multiprofissional. Coletivamente é que se avan?a — afirma.

Também integrante do corpo docente do Modelo Residência Médica em Infectologia, a professora Maria de Lourdes Benamor Teixeira ressalta a importancia da atualiza??o contínua dos profissionais médicos, que pode ser contemplada pelo curso de pós-gradua??o na área. Segundo ela, as informa??es científicas atualmente chegam em volume bem maior e uma das capacidades obrigatórias no novo milênio é o discernimento crítico para lidar com o excesso de dados.

— Dada a enorme quantidade de informa??es que nos chegam frequentemente, através da literatura científica, é importante dominar conceitos relevantes dentro da infectologia e da epidemiologia. No momento atual, por exemplo, temos pesquisas sendo publicadas diariamente sobre a Covid-19. O profissional precisa ter conhecimento crítico para analisar a informa??o com qualidade.

Foco na saúde da mulher e da terceira idade

Para profissionais voltados para a saúde da mulher, a pós-gradua??o da área médica da Estácio oferece o curso em Uroginecologia. A especializa??o entrou no radar das pesquisas sobre a Covid-19, como explica a coordenadora da especializa??o na Estácio, Samantha Condé.

— Nosso foco também é compreender no corpo feminino a transmiss?o da Covid-19 pela urina, fezes e rela??o sexual. Há uma série de pesquisas científicas nesse sentido.

Para Menila Neves Barboza, coordenadora do curso de Geriatria, a pandemia do coronavírus gerou um colapso mundial no sistema de saúde. Segundo ela, os cuidados com os idosos devem ser redobrados, já que muitos deles s?o portadores de doen?as cr?nicas e a idade avan?ada é considerada fator de risco isolado.

—A mortalidade devastadora de idosos, as sequelas físicas e psíquicas daqueles que sobreviveram à infec??o, além da mobiliza??o científica na busca de tratamentos curativos demonstram a necessidade de capacita??o médica para o atendimento da popula??o geriátrica.

Para o maior conhecimento da doen?a e combate à pandemia, que já provocou quase meio milh?o de óbitos em todo o mundo, professores da área de saúde e pesquisadores têm enfatizado a necessidade de que médicos das mais diversas especializa??es estejam atualizados tanto no saber científico quanto em novos procedimentos da medicina.

Os profissionais que colaboraram com esta publica??o atuam na coordena??o dos cursos da nova pós-gradua??o Médica da Estácio, mais informa??es sobre os cursos de especializa??o e lato sensu — Modelo Residência Médica pelo site,  no email contato.medicina@estacio.br ou pelo whatsapp.

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